ETIAS – Tudo o que Você Precisa Saber Sobre a Nova Autorização de Viagem para a Europa

Neste artigo

O sonho de explorar os castelos da Alemanha, navegar pelos canais de Veneza ou se encantar com as luzes de Paris está no seu radar? Se uma viagem para a Europa faz parte dos seus planos para 2026 em diante, há uma nova sigla que precisa entrar no seu vocabulário de viajante: ETIAS. Longe de ser um obstáculo, essa novidade representa um passo importante para a segurança e a organização das fronteiras europeias. E para garantir que sua única preocupação seja qual o próximo destino a explorar, a R3 Destinos, sua especialista em viagens a lazer, preparou um guia completo sobre o assunto.

Nós, da R3 Destinos, acreditamos que viajar é sobre criar memórias inesquecíveis, e isso começa com um planejamento impecável e sem estresse. Por isso, estamos sempre à frente, trazendo as informações mais importantes do mundo do turismo para que você viaje com total tranquilidade e confiança. Vamos desvendar juntos o que é o ETIAS e como ele impactará suas futuras aventuras pelo Velho Continente.

O que é o ETIAS? Desvendando o Novo Sistema Europeu

O ETIAS (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem) é uma autorização de viagem eletrônica, e não um visto. Seu principal objetivo é fortalecer a segurança, pré-avaliando viajantes de países que hoje são isentos de visto para entrar no Espaço Schengen. Para os brasileiros, isso significa que, antes de embarcar, será necessário obter essa autorização online.

O sistema, que tem seu lançamento previsto para o final de 2026, foi criado para ser um processo rápido e descomplicado. Ele cruza as informações fornecidas pelo solicitante com diversos bancos de dados de segurança internacionais. A grande maioria das solicitações é aprovada em questão de minutos, tornando o processo ágil e eficiente. É importante frisar: o ETIAS não altera a isenção de visto que os brasileiros já possuem para estadias de curta duração (até 90 dias), apenas adiciona uma camada de verificação prévia.

Para Onde Você Vai Precisar do ETIAS?

A autorização será exigida para a entrada em 30 países europeus. Isso inclui os membros do Espaço Schengen, além de Bulgária, Romênia e Chipre. A lista abrange a maioria dos destinos mais procurados pelos brasileiros:

Países que Exigirão o ETIAS
Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia, Suécia e Suíça.

Com a R3 Destinos, você pode montar roteiros personalizados que exploram um ou vários desses países, sempre com a certeza de estar cumprindo todas as novas exigências de viagem.

Passo a Passo: Como Solicitar sua Autorização ETIAS

O processo de solicitação do ETIAS foi desenhado para ser totalmente digital e intuitivo. A R3 Destinos te orienta em cada etapa, mas aqui está um resumo do que esperar:

  1. Prepare seus Documentos: Você precisará de um passaporte biométrico válido (com validade de pelo menos três meses além da sua estadia pretendida), um endereço de e-mail ativo e um cartão de crédito ou débito para o pagamento da taxa.
  2. Acesse o Portal Oficial: A solicitação deverá ser feita exclusivamente através do site oficial do ETIAS. Cuidado com sites de terceiros que podem cobrar taxas adicionais.
  3. Preencha o Formulário: O formulário online solicitará suas informações pessoais (nome, data de nascimento, etc.), dados do passaporte, o primeiro país que pretende visitar e responder a algumas perguntas sobre seu histórico de saúde e segurança.
  4. Pague a Taxa: A taxa de solicitação será de 20 euros. Viajantes menores de 18 anos ou maiores de 70 anos estarão isentos do pagamento.
  5. Aguarde a Aprovação: Após o envio, a maioria das aprovações ocorre em minutos. O status da sua autorização será enviado para o seu e-mail. Uma vez aprovado, o ETIAS fica eletronicamente vinculado ao seu passaporte.

Validade e Custo: O que Você Precisa Saber

Uma vez aprovada, sua autorização ETIAS terá validade de três anos, ou até a data de expiração do seu passaporte, o que ocorrer primeiro. Durante esse período, você poderá realizar múltiplas viagens para os países europeus que exigem a autorização, sempre respeitando o limite de permanência de 90 dias a cada período de 180 dias.

O custo de 20 euros é uma taxa única que cobre o processamento da sua solicitação para o período de três anos, representando um investimento baixo para a segurança e a facilidade que o sistema proporcionará.

Viaje com a Especialista em Lazer: R3 Destinos

Entender as novas regras de viagem é fundamental, mas o verdadeiro segredo para uma viagem perfeita é contar com quem entende do assunto. A R3 Destinos, nascida da expertise da R3 Viagens em turismo corporativo, traz para o universo do lazer um novo padrão de excelência em atendimento e experiências personalizadas.

Nós cuidamos de todos os detalhes para você, desde a consultoria sobre a documentação necessária, como o ETIAS, até a criação de roteiros que transformam seus sonhos em realidade. Quer uma viagem gastronômica pela Itália, uma aventura pelos fiordes da Noruega ou um roteiro cultural pelas capitais do Leste Europeu? Nós desenhamos a experiência perfeita para o seu perfil.

Não deixe que as burocracias tirem o brilho da sua próxima aventura. Fale com a R3 Destinos e descubra como podemos tornar sua viagem à Europa ainda mais especial e segura. O mundo te espera, e nós te levamos até lá com a expertise e o cuidado que você merece.

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Gerações sob o mesmo teto: quando o luxo familiar dispensa concessões

Existe uma crença silenciosa que ouço com frequência de famílias que me procuram: a de que viajar com crianças significa, inevitavelmente, abrir mão de algo. Trocar o hotel que encanta por aquele que apenas acomoda. Aceitar o jantar interrompido, o quarto apertado, o resort barulhento onde ninguém — nem os pais, nem os filhos — relaxa de verdade. É como se sofisticação e família fossem dois mundos que não conversam. Passei anos desenhando viagens para descobrir que essa escolha é falsa. O luxo bem pensado não exclui as crianças; ele as acolhe com a mesma elegância com que recebe os adultos. E quando o destino é a neve — esse cenário que parece feito para memórias de infância —, a diferença entre uma viagem boa e uma viagem inesquecível mora exatamente nos detalhes que poucos hotéis dominam. 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No contexto da neve, isso inclui escolas de esqui premium, capazes de transformar o primeiro contato com a montanha em alegria, não em frustração. O terceiro, e talvez o mais delicado, é o cuidado com o tempo dos adultos. Um serviço de babá credenciado e confiável é o que permite a um casal jantar a sós depois que as crianças dormem. É um detalhe pequeno que muda completamente a experiência de uma viagem em família. Quatro endereços que reúnem luxo e família Millbrook Resort — Nova Zelândia Aos pés da Remarkables Mountain Range, perto de Queenstown e Arrowtown, o Millbrook se estende por 650 acres de campos, colinas e riachos. É um resort cinco estrelas com dois campos de golfe de 18 buracos, spa premiado e cinco restaurantes, com acomodações que vão de estúdios a casas de três e quatro quartos. Para famílias, essas residências com cozinha completa são um trunfo: oferecem o conforto de uma casa com o serviço de um hotel. Há piscina coberta aquecida e piscinas externas de águas quentes, e a proximidade do Coronet Peak coloca a neve a poucos minutos. Crianças são bem-vindas, e o serviço de babá pode ser organizado pela recepção. Fairmont Banff Springs — Canadá O “castelo das Rockies” é, talvez, o destino de neve mais naturalmente familiar que conheço. O Fairmont Banff Springs se apresenta como um destino familiar o ano inteiro, com programação infantil que inclui caminhadas na natureza, e suítes Gatehouse que agora trazem beliches embutidos e um canto para refeições, ideais para famílias. A programação Kids @ The Castle oferece safáris pela natureza, caça ao tesouro e muito mais, enquanto piscinas interna e externa aquecidas e uma piscina rasa para crianças garantem horas de diversão. E há o detalhe que faz a diferença para os pais: o premiado Willow Stream Spa, para os momentos de descanso enquanto as crianças se divertem. Grand Hyatt Vail — Estados Unidos Em Vail, no Colorado, o Grand Hyatt é a escolha que equilibra ski sério e logística familiar com naturalidade. O acesso ski-in/ski-out à montanha pela Chair 20 fica a poucos passos da porta, e o resort oferece spa, piscina externa de borda infinita, hot tubs, além de fliperama e sala de jogos para a família. A combinação é precisa: enquanto as crianças aprendem na escola de esqui ou se divertem na game room, os pais encontram tempo para a montanha ou para o spa. Há ainda aluguel de equipamentos no local e gastronomia assinada, incluindo o Makoto Vail. Tennerhof — Kitzbühel, Áustria Para quem prefere a alma boutique à escala dos grandes resorts, o Tennerhof é meu endereço de coração nos Alpes. Membro da Relais & Châteaux, com apenas 39 quartos, é o hotel cinco estrelas mais charmoso e individual de Kitzbühel, situado em uma colina ensolarada cercada por um jardim tranquilo. As suítes de família têm dois quartos, cada um com banheiro próprio, além de um amplo salão com lareira e vista panorâmica de Kitzbühel. O hotel oferece serviço de babá, playground infantil, piscina interna e externa, e um shuttle de esqui complementar até as estações — tudo isso somado a um restaurante gastronômico premiado e a uma história que remonta a 1416. Como a R3 Destinos desenha uma viagem de neve em família Selecionar o hotel certo é apenas o começo. O que transforma uma boa hospedagem em uma viagem fluida é a antecipação — e é exatamente aí que mora o nosso trabalho. Na prática, isso significa garantir a suíte com quartos separados antes que esgote, reservar a escola de esqui com o instrutor certo para a idade de cada criança, organizar o transporte privativo com espaço para malas e equipamentos, e assegurar o check-in antecipado para que ninguém chegue cansado e precise esperar. Significa também confirmar uma babá credenciada com antecedência, para que o casal tenha sua noite, e escolher restaurantes que recebem crianças com a mesma dignidade que recebem os adultos. Sobre a faixa de investimento, ela varia conforme destino, período e perfil da acomodação — viagens de neve em família tendem a pedir suítes maiores e estrutura completa, e o planejamento antecipado costuma ser o melhor aliado tanto do orçamento quanto da disponibilidade. Prefiro conversar sobre isso caso a caso, desenhando cada

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Stopover em Singapura, Dubai ou Sydney: qual escolher antes da Nova Zelândia?

Existe um momento na rota para a Oceania que a maioria dos viajantes encara como obstáculo: a escala. São vinte e poucas horas de céu separando o Brasil da Nova Zelândia, e quase todo mundo trata esse intervalo como um mal necessário — um aeroporto qualquer, um café apressado, a contagem regressiva até o próximo embarque. Eu vejo de outra forma. Para quem viaja com intenção, o stopover deixa de ser uma pausa técnica e vira um capítulo à parte: uma segunda cidade, um segundo clima, uma segunda memória dentro da mesma jornada. Junho marca o início da temporada de neve no hemisfério sul, e é exatamente quando recebo mais pedidos de roteiros para a Nova Zelândia. A pergunta que sempre devolvo é a mesma: já que o caminho é longo, por que não fazer da escala uma experiência? Singapura, Dubai e Sydney não são apenas pontos de conexão na rota — são três das cidades mais sofisticadas do planeta, cada uma pronta para receber você por dois ou três dias antes de seguir viagem. Neste guia, mostro como escolher entre elas, quanto tempo pedir em cada parada e o que não se deve perder. O erro de tratar a conexão como tempo perdido A dor é antiga e quase universal: ninguém gosta de passar oito horas sentado num portão de embarque, exausto, esperando um voo que ainda nem abriu o check-in. O instinto é minimizar a escala — buscar a conexão mais curta possível, dormir no avião e desembarcar direto no destino final. O problema é que esse atalho costuma cobrar um preço alto: chega-se à Nova Zelândia destruído pelo jet lag, com o corpo desalinhado e os primeiros dois dias da viagem perdidos na adaptação. Segundo a curadoria da R3 Destinos, o stopover bem desenhado resolve dois problemas de uma vez. Ele quebra o trajeto em duas etapas mais humanas, dando ao corpo tempo para se recalibrar entre fusos, e ainda transforma uma exigência logística em uma experiência genuína. Você não está perdendo tempo na escala — está ganhando uma cidade. Singapura: a parada que parece outro planeta Se eu tivesse que eleger a cidade-ponte mais completa da rota, seria Singapura. É limpa, segura, intuitiva e desenhada para o viajante. O fuso ajuda na recuperação para quem segue à Oceania, e dois dias inteiros são suficientes para conhecer o melhor dela sem correria. Quanto tempo pedir Dois a três dias. Tempo para uma noite de descanso, um dia de cidade e uma manhã tranquila antes do voo seguinte. O que não perder A cidade se revela melhor entre o sofisticado e o popular. Reserve uma noite para os hawker centres — os mercados gastronômicos onde a comida de rua de Singapura conquistou estrelas Michelin — e um fim de tarde para os Gardens by the Bay, onde as superárvores se acendem ao anoitecer num espetáculo que parece ficção científica. Se a conexão for curta e você não sair do aeroporto, o Jewel do Changi, com sua cachoeira interna de quarenta metros, já vale a parada. Para quem viaja em família ou quer desacelerar, o Sentosa oferece praia, resorts e um respiro à beira-mar. Onde ficar Marina Bay para quem quer a vista icônica e a vida noturna ao alcance; Orchard Road para quem prefere o conforto discreto e o comércio sofisticado a poucos passos. Dubai: o luxo como linguagem nativa Dubai é a parada para quem entende o stopover como um intervalo de contraste. Saindo do verão brasileiro rumo ao inverno neozelandês, é fascinante atravessar o deserto no meio do caminho. A cidade é construída sobre a ideia de excesso — mas há uma elegância real para quem sabe onde procurar. Quanto tempo pedir Dois dias bastam para ter a medida da cidade sem se cansar do calor. O que não perder Suba ao Burj Khalifa no fim da tarde, quando o sol se põe sobre o Golfo e a cidade se acende lá embaixo. Reserve uma manhã para os souks tradicionais — o de ouro e o de especiarias — onde Dubai ainda guarda sua alma antiga sob o brilho do contemporâneo. E, se quiser viver a versão mais teatral da cidade, um brunch no Atlantis é uma experiência por si só. Para os mais aventureiros, um fim de tarde nas dunas, com jantar sob as estrelas, fecha a passagem com chave de ouro. Onde ficar Downtown, ao pé do Burj Khalifa, para quem quer estar no centro de tudo; a região da Palm Jumeirah ou a orla, para quem busca resort e silêncio entre dois voos longos. Sydney: a antessala perfeita da Oceania Sydney é a escala mais natural para quem segue à Nova Zelândia — geográfica e emocionalmente. Você já está no hemisfério sul, já sente o ar do inverno austral, e a cidade tem o ritmo descontraído que prepara o espírito para o que vem adiante. Quanto tempo pedir Dois a três dias. Um par de dias para a cidade e, se sobrar tempo, uma escapada a uma praia ou vinícola próxima. O que não perder Comece pela orla: Bondi Beach e a caminhada costeira até Coogee mostram por que Sydney é uma cidade que vive virada para o mar. Explore The Rocks, o bairro histórico onde a cidade nasceu, e atravesse a baía de ferry — a forma mais bonita de ver a Opera House e a Harbour Bridge emoldurarem o horizonte. Para uma noite memorável, o restaurante Quay, debruçado sobre o porto, entrega gastronomia e vista no mesmo prato. Onde ficar Circular Quay e The Rocks para quem quer a baía à porta; Darling Harbour para um clima mais animado e familiar. Como desenhar o stopover certo para o seu perfil Escolher a cidade-ponte é, no fundo, escolher o tom da sua escala. Se você busca recuperação e organização impecável, Singapura é o caminho. Se quer um contraste teatral e um toque de deserto no meio da rota, Dubai entrega. Se prefere já respirar a Oceania e suavizar a chegada, Sydney

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Duas portas para o mesmo sonho: Queenstown e Wanaka sob a lente da curadoria

Existe uma pergunta que separa quem está apenas pesquisando uma viagem de quem já decidiu fazê-la. Ela chega quase sempre na mesma frase, e quase sempre com a mesma hesitação na voz: “Liz, afinal — Queenstown ou Wanaka?” Eu poderia responder com uma lista de prós e contras. Seria o caminho fácil, e é o que a maioria dos artigos faz. Mas seria também o caminho errado, porque essa dúvida nunca foi sobre dados. As duas cidades dividem a mesma região de Otago, o mesmo inverno de luz rasante, os mesmos picos nevados no horizonte. Ficam a pouco mais de uma hora de carro. Numa planilha, são quase idênticas. A diferença entre elas não cabe numa planilha. Está no que cada uma faz com o seu tempo, com o seu silêncio, com o seu jeito de terminar o dia. E é por isso que escolher a base certa não é um detalhe logístico — é a primeira decisão de curadoria de toda a viagem. Deixe-me mostrar como eu penso essa escolha. A pergunta real não é “qual cidade”, e sim “qual ritmo” Antes de falar de lodges, mapas ou datas, vale entender o essencial: Queenstown e Wanaka respondem a desejos opostos. Queenstown tem pulso. É a cidade que vibra à beira do lago Wakatipu, com a melhor mesa da Ilha Sul à mão a qualquer hora e uma energia que não pede licença. Wanaka é o seu contraponto introspectivo — menor, mais lenta, voltada para dentro. Uma sussurra; a outra conversa em voz alta. E, na minha experiência, a viagem perfeita raramente é uma ou outra. É saber em que ordem e em que dose viver cada uma. Para tornar a decisão concreta, vou ser direta sobre para quem cada base faz sentido. Para quem Queenstown faz mais sentido Queenstown tem uma vocação rara: é cosmopolita sem nunca perder a montanha de vista. Você desce de Coronet Peak — que, vale o segredo, oferece esqui noturno sob refletores, um programa que recomendo a quem quer um fim de tarde diferente — e, em trinta minutos, está numa mesa do Rata, do chef Josh Emett, ou do Botswana Butchery, com um pinot noir de Central Otago na taça. É o destino de quem quer movimento elegante. A cidade tem cena gastronômica, vida social genuína e a infraestrutura mais completa da região — a maioria dos voos, transfers e experiências de helicóptero parte daqui. Escolha Queenstown se você: A emoção de Queenstown é a do brinde ao fim de um dia intenso: a sensação de ter vivido muito, com gente, calor e história. Onde dormir em Queenstown O endereço certo aqui é o que entrega cidade e refúgio na mesma chave: Para quem Wanaka é a escolha certa Wanaka é uma decisão de quem já sabe o que procura. Não tenta impressionar — e é justamente por isso que conquista. O lago de águas paradas, a árvore solitária que virou ícone, as montanhas que parecem mais próximas do que a física permite. Tudo aqui pede pausa. As estações de Cardrona e Treble Cone entregam neve de altíssima qualidade, muitas vezes com pistas mais livres. E a cidade guarda joias que poucos roteiros mencionam: o histórico Cardrona Hotel, um dos pubs mais antigos do país, ideal para um almoço junto à lareira no caminho de volta das pistas; e a Rippon, vinícola biodinâmica com uma das vistas mais comoventes de toda a Otago. Quem chega a Wanaka desacelera — e me agradece por isso depois. Escolha Wanaka se você: A emoção de Wanaka é a do silêncio diante da janela: a sensação de que, por uma vez, não há pressa nenhuma. Onde dormir em Wanaka A hotelaria daqui é, por natureza, mais boutique — e é nisso que mora sua alma: Nossa recomendação Depois de desenhar dezenas de invernos neozelandeses, cheguei a uma convicção que partilho com franqueza: na maioria das vezes, a melhor resposta não é escolher. Mas se a viagem permite apenas uma base, é assim que eu oriento. Se você busca celebração, gente e gastronomia, fique em Queenstown. É o destino do reencontro, da comemoração, da primeira vez. Se você busca descanso, intimidade e a sensação de ter o lugar quase só para você, escolha Wanaka. É o destino da reconexão, da contemplação, do retorno. E há um terceiro caminho — o que eu prefiro. Como combinar os dois (o roteiro que eu desenho) A pouco mais de uma hora de estrada, com a vertiginosa Crown Range Road entre elas — a via pavimentada mais alta da Nova Zelândia, um espetáculo à parte —, as duas cidades se encaixam como capítulos de uma mesma história. O roteiro que mais construo começa em Queenstown, no movimento e na efervescência das mesas, e termina em Wanaka, no silêncio que prepara o coração para a volta. É uma viagem que respira: inspira na energia, expira na calmaria. Para quem tem mais dias, esse trecho ainda se conecta com naturalidade a Glenorchy, à região de Fiordland e ao sul profundo da ilha, compondo uma jornada de duas a três semanas sem um único quilômetro desperdiçado. Essa é a curadoria em sua forma mais honesta: não decidir entre, mas orquestrar as duas na sequência certa, para que cada base entregue exatamente o que faz de melhor. Quando ir a cada uma A temporada de neve do hemisfério sul tem calendário próprio, e ele favorece quem se antecipa: Independentemente do período, repito sempre o mesmo princípio: os melhores lodges das duas cidades têm pouquíssimas suítes e se esgotam meses antes. Planejar cedo é a única forma de garantir os endereços que de fato importam. A escolha que define o tom da viagem “Queenstown ou Wanaka” nunca foi, no fundo, a pergunta certa. A pergunta certa é: que tipo de inverno você quer viver? O movimento elegante ou o silêncio que restaura — ou, idealmente, os dois, na medida e na ordem que fazem sentido para o seu momento de vida. Esse é o trabalho de

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